Perdido, uma clava na têmpora, paulada sísmica
uma onomatopéia enorme no quadro
Toda a delícia dentro de um cubo impossível
sendo sombra, não indo embora
ficando, esparramando um perfume de encher a alma
explodindo a espontaneidade de uma galáxia que rompe o útero do nada-estelar
Me metendo uma paulada no espanto
um susto previsível, é verdade
Planando vida,
um ser destruidor