terça-feira, 8 de abril de 2008

Bexiga Celeste

Beberrona inveterada,
São Paulo chacoalha sua
bexiga sem tamanho
em chafariz inexaurível
e esvazia a barriga
sobre o terrível consentimento
do cimento guarda-chuva.

O guarda-chuva
é pura, tola ilusão.

4 comentários:

Lírica disse...

Gostei. Intrigantes metaforas!

Aron Matschulat disse...

Direto!
Gostei também! :D
I Like It!
Um Bjo lindao!

Heyk Pimenta disse...

é, eu gostei.
Mas aqui, parece que a coisa na falta de matemática sai mesmo do prumo.
Um poema bom. Mas nada demais.

compulsão diária disse...

Beberrona inveterada,
São Paulo chacoalha sua
bexiga e esvazia a barriga em chuvarada consentida, vertente inexaurível, sobre carcaça blindada - deserto de cimento. Guarda-chuva é pura falha, ilusão
leviana, desengano.

Victor, brincando com a chuva;)
não se aborreça, viu/