domingo, 26 de abril de 2009

Amor de metrô

Meta-me os olhos de cimitarra
pra que a cigarra cante os espólios da batalha
e eu nunca mais te veja

Escrevi esse poema no ano passado, despretensioso, mas com bastante sinceridade. Escrevi no ato, quando o sentimento me acometeu, no metrô. Só hoje descobri que eu gosto bastante dele, durante uma leitura lá no sarau da Poesia Maloqueirista, na praça Roosevelt. Caco e Berimba, valeu pelo espaço e pelo carinho. Vamo nessa.

7 comentários:

Caco disse...

é isso ae hermano
na sintonia subterranea
tamo junto
abção!

Chammé disse...

yex,
yex,
GOAL!

Como eu falei a minutos pra vc, tinha a sensação que já conhecia esse poema, mas sem certeza, que nem os rostos do no metrô. Delici.

Se eu ouvisse o poema recitado, faria "ah" junto com as minas.

Abrazzi.

Lírica disse...

Como disse o Chammé: Delici! O poema. Hehehehehe.
A cigarra canta enquanto as formiguinhas vão, de metrô, trabalhar e se paixonar...

Luciano disse...

forte e preciso
muito bueno

Adriana disse...

as palavras tem sons...teu poema tem ritmo.

poetrilhas disse...

Porra Camaradinha!
Mandou Muito Bem!
Estridente e de Peito Aberto!

Depois passa lá em casa
lá nada agarra...

Beijos!

Anônimo disse...

Caro Victor,
quem escreve é Thiago Bandeira, nos encontramos ontem na Virada Cultural. Passe-me seu contato por e-mail, gostaria de conversar sobre um projeto poético que tenho em mente. Abraço

artebandeira@gmail.com